"Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como metal que soa ou címbalo que retine." (1Cor 3:1)
Por muitas vezes, nossos corações que tende a reclinar-se ao pecado, se enche de ego e soberba por causa de letras que se tornam vãs, e conhecimentos que se tornam inválidos pela ausência do amor.
Por muitas vezes, julgamos a outrem e nos respaldamos na lei, uma lei sem piedade, sem misericórdia e sem amor...
Vivemos uma época em que o mal tem se expandido de uma forma absurda. Nos últimos 50 anos, a taxa de suicídio no planeta subiu cerca de 60%, chegando a marca de um suicídio a cada 30 segundos, sendo que a cada morte, outras 20 vidas tentaram cometer o ato, mas não foi-se consumado.
Somente no Brasil, uma mulher é agredida a cada 5 minutos, a taxa de aborto só tem subido ao longo dos anos e frequentemente vemos casos de mães, jogarem seus bebês literalmente "fora".
Até que ponto, o homem irá se degradar? Onde vamos parar com tanta desgraça?
É tempo de menos lei e mais graça, é tempo de menos julgo e mais amor.
Acredito ser certo, que já entramos no princípio das dores, a qual Jesus nos prediz quando estaríamos perto do fim da humanidade (Mateus 24), onde o amor de muitos se esfriaria. E hoje em dia, alguém com um terno fino, cheio de palavras difíceis e conhecimento vasto, já não me impressiona; mas sim quem alivia a dor daqueles que necessitam de amparo. Deus é muito mais humano do que imaginamos e pensamos que santidade é viver na reclusão da lei se esquecendo de que sem amor, nada somos. Pensamos sempre em nós, e enquanto muitos jovens passam horas na internet, paquerando, se corrompendo com más conversações, vemos famílias sendo alvo das maldades de satanás, pessoas se matando todos os dias, não porque querem morrer, mas porque gostariam de viver, e por não poderem viver da forma que você vive, ou por não encontrarem a paz que nós cristãos temos, preferem deixar de existir do que sofrer por mais um dia..

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